Como já dito e repetido, ACM Neto fez uma escolha pessoal,
e desistiu da candidatura ao Governo do Estado, que acabou fragmentando o grupo
político que ele liderava. A oposição ao governo Rui focou todas as
expectativas em torno da candidatura do prefeito de Salvador e o recuo – tardio
– dele serviu como uma rasteira para muitos daqueles que usavam a presença do
gestor da capital baiana como muleta eleitoral. Entre os aliados, os
impropérios mais próximos de serem publicados ficam em “moleque” e “frouxo”.
Esse grupo precisava
ter ACM Neto como candidato para manter a viabilidade eleitoral e ter algum
tipo de sobrevida política. Queriam porque queriam que o prefeito fosse
candidato e encerrasse o segundo mandato à frente do Palácio Thomé de Souza de
maneira breve. Dos adversários do prefeito também foi possível ouvir e ler
comentários como “arregão” ou “cagaço”. Tanto quanto dos aliados, os adjetivos
eram esperados. Afinal, havia toda uma expectativa em torno do potencial
eleitoral de ACM Neto para enfrentar Rui. Do Bahia Notícia
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