Ele já ocupou o cargo de presidente no biênio 2015/2016 e,
de acordo com os denunciantes, após ser reeleito, Jorginho escondeu
documentos, dando férias sem justificativa aos dois funcionários
responsáveis por guardar e, caso solicitado, entregar as cópias que comprovam a
aprovação da emenda. O Ministério Público (MP) foi acionado para investigar o
caso e um mandado de segurança foi impetrado solicitando o afastamento de
Jorginho da presidência da Câmara. Do Bahia Notícias Municípios

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